Sem máscaras
21 fev 2012 Deixe um comentário
Não vou postar agora
Não me leve a mal
Hoje é carnaval.
Férias!
23 dez 2011 8 Comentários
Queridos, queridas
Fui ali e volto já.
Quer dizer, volto em janeiro de 2012. Que não será o ano do fim do mundo, mas o ano 4 do Fio da meada (nem eu acredito). Tem mais de trezentos textos aqui. Aposto como tem algum que vocês ainda não leram.
Até lá, vou dando as caras no Facebook.
No mais, desejo que todos reinventem seu Natal e virem o ano com toda alegria possível.
Um beijo, dos grandes, em cada um.
Culpa da santa
09 dez 2011 3 Comentários
Caros e caras
Ontem foi feriado em Campinas. Dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade. De modos que o negócio aqui embolou e hoje não tem crônica. Aproveita para ler uma que você ainda não leu…
Até terça que vem. Dia de Santa Luzia, que também dá feriado, só que em outras paragens.
Beijo,
O fio da antiga meada – IV
04 nov 2011 6 Comentários
Mais um da pasta vermelha. Lá se vão vinte anos que eu escrevi isto. Quis brincar com os nomes de alguns municípios brasileiros, sem me importar com seus significados. Ficou assim: sem pé, nem cabeça. O bonequinho que desenhei ao lado, na época, concorda. Mesmo assim, publico aqui. É sexta-feira, vai.
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Quando os espíritos – que sempre se dizem santos – invadem os pinhais, algo pode estar ocorrendo, além do fato de uma paraibuna desvairada andar por aí malogrando os corações de tantos taquaritingas… Tratar-se-á, deveras, de uma pobre araçatuba queixando-se da falta de um jaraguá. E não há conselho que funcione, uma vez que não há na face da Terra paracatu que resista a uma fogosa maranguape, daquelas que atravessam a alma e descambam numa singela dracena. É o amor.
Deu branco. Ou será preto?
16 ago 2011 2 Comentários
Sem crônica da terça, minha gente.
Que o tempo disse: não é mais meu amigo.
Até sexta. Se fizermos as pazes, claro.
Deu branco.
09 ago 2011 1 Comentário
Hoje não tem crônica, pessoal.
Até sexta!
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(Ou a qualquer momento, com as crônicas de minuto)
Feliz aniversário (atrasado) para o blog
12 abr 2011 31 Comentários
em Outras coisas Tags:aniversário, blog, blog Fio da meada, estatísticas
Era uma vez um blog chamado Fio da meada. Igual filho, ele teve outros nomes antes de nascer: Máquina de escrever e Superbacana. Varal também estava na lista, mas já tinha mãe. O FDM estreou, tímido, em 11 de abril de 2009, com uma crônica sobre a internet:
De lá para cá, em dois anos de vida, muitas letras rolaram. E hoje o FDM tem números, leitores e amigos para dar e vender. Quer dizer, os leitores e amigos eu não dou, nem vendo. No máximo, eu os “empresto” para outros blogs bacanas, assim como outros blogs bacanas emprestam os seus para mim.
O WordPress, plataforma onde o FDM mora, me dá, todos os dias, informações interessantes sobre a audiência do blog. Vou compartilhar com vocês um resumo desses dois anos, até hoje (12/04/2011):
- 184 crônicas, 25 crônicas de minuto, 12 cartas, 12 minicontos e 9 poesias publicadas
- 2.711 comentários de leitores (respondidos, na maioria)
- 144.260 acessos, do Brasil e exterior
- 5.000 acessos por mês
Tirando os leitores que visitam o blog intencionalmente, algumas pessoas chegam até ele porque pesquisam, nos sites de busca, palavras-chave ou termos, que trazem o FDM dentre os resultados. As 10 palavras ou termos mais utilizados são:
Taí uma coisa que sempre me diverte. De vez em quando o Google manda para cá coisas assim (exatamente como as pessoas digitaram):
como fingir que esta passando mal
como desencardir meias
feitiço para voltar atras no tempo
“não gosto dos meus pés”
faxineiro invisível
vou montar um buffet com um parquinho em fortaleza e gostaria de ideias
sabonete atrativo chora nos meus pés
cinderela feia sem sapato
nome das irmãs gemeas q fazem um clipe juntas q o cenario é todo branco e uma enrola a outra com um
onde comprar uma engrenagem planetaria cronica de nylon
apelidos para o penis por ordem alfabética
oque é uma ceita bacanica
Os 10 sites que mais trouxeram leitores para o FDM (o qual eu agradeço e esclareço: tem muitos outros que também já são meus velhos conhecidos, mas não daria para publicar todos):
Nesses dois anos, depois de darem uma passadinha pelo FDM, os leitores clicaram nos sites do meu blogroll e continuaram navegando. Os 10 mais acessados:
Os 10 posts (ou páginas) mais visitados do FDM nesses dois anos:
E os 10 posts (ou páginas) menos visitados:
Não me lembro quem são esses “deleted”. Mas devem ter sido avisos do blog ou outras coisas, e não textos.
De 2009 para cá, o FDM mudou de carinha algumas vezes:
Algumas nem foram ao ar, eram apenas ensaios:
As tags mais comuns nos textos do FDM:
Os 10 posts mais comentados:
Os 10 menos comentados:
E os nunca comentados:
Às vezes, estou crente que um post vai fazer sucesso, e ele não faz. Nesses casos, apesar de conhecer bem meus leitores e saber o que eles gostam (penso eu), fico com um baita ponto de interrogação na cabeça.
Através do blog, conheci um tanto de gente bonita, com quem converso sempre por e-mail e pelo Facebook. De algumas pessoas, tive o prazer de ouvir a voz por telefone. Com outras, já almocei, tomei ou sempre tomo um café. Outras, nada disso: um abraço daqueles e dez minutos de prosa. Teve até quem passou um final de semana inteirinho aqui em casa, ô delícia! Leitores que viraram amigos de verdade, aos quais eu agradecerei eternamente pelo carinho, pela leitura, pelas palavras. A todos, um aviso necessário: não sou (só) essa pessoa doce que se pensa. O FDM é meu lado A.
Parabéns, Fio da meada. Muitas felicidades. E muitos anos de vida. Saravá!
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Fontes: WordPress.com
Imprevistos
03 dez 2010 11 Comentários
Ilustração: Roy Blumenthal/Flickr.com
Vocês não vão acreditar.
Eu estava voltando do supermercado, quando a cidade inteira foi atingida por uma nevasca. Valente, consegui enfrentá-la. Já perto de casa, um grupo de vikings bloqueava a rua e eu só consegui passar porque tinha algumas cervejas no porta-malas do carro. Quando dobrei a esquina, levei um susto: um incêndio tomava conta do meu lar. Por sorte, os bombeiros já estavam no local. Nem precisava; antes mesmo que eles o controlassem, veio a enchente e levou tudo. Mas isso não foi nada. Pior foram os elefantes que invadiram meu quintal e não querem ir embora, de modos que hoje não tem crônica.
Até terça.
(Se os elefantes deixarem.)
O fio da antiga meada – III
22 out 2010 3 Comentários
em Outras coisas Tags:amor, esperança, gato, juventude, romance, sonho
Está mais do que na cara. Gosto mesmo de gatos. E não é de hoje. Na sessão flashback do blog, outro texto da pasta vermelha para vocês. Escrito em 1992, aos 25 anos. Sonhando com amores, príncipes encantados e coisa e tal. Em tempo: Doris, a destinatária desta espécie de carta, viveu conosco por quinze anos. Encontrei-a, ainda filhote, abandonada numa estação do metrô. Naquele dia, ela foi comigo para o trabalho, escondida dentro da mochila. Difícil foi convencer o chefe que não havia gato nenhum ali.
Ilustração: Marina Cuello/Flickr.com
Doris
Viaja no tempo, a tempo de trazer de volta o desenho que fiz dele enquanto dormia. Vai, minha gatinha. Cruza qualquer oceano e grita, de onde estiver, caso ele esteja lá. Mergulha e volta breve para me abraçar, porque estarei triste.
Torna a voar, com asas de pelo e mel; avisa se o vir pelo ar. Mas volta tranquila, se nem assim o achar. Doce gatinha, precisava te contar. Anda até antes de tudo para achá-lo. E volta. Dá um beijo se sim, uma piscadela se não. Conforme for, seca meus olhos. Mas diz que não olhou direito.
Doris, Doris. Pensa e responde em qual rua vive o melhor da minha vida, que se vê tão esquecida na cor do seu olhinho, quase desmanchando de soninho. Mas, se nessa pressa de saber onde ele mora, você perceber, então, que é em mim, inventa rápido um jeito de avisar.
Boa noite, Doris.
Resultado do sorteio!
30 ago 2010 8 Comentários
Sorteio feito, minha gente. Conforme os comentários recebidos (o primeiro foi o número 1; o segundo, o número 2 e assim por diante) , os exemplares do livro “Das palavras” vão para:
15 – ALESSANDRA FERNANDES GONZAGA
25 – CAMILA DE SOUZA
31 – ÁLVARO DYOGO
Os ganhadores serão contatados por email, e os livros serão enviados pelo Correio. Espero que gostem.
33 leitores postaram seus comentários até 23h59 de ontem (domingo). Se eu pudesse, enviaria um livro para cada um. Mas recebi poucos exemplares da editora. O sorteio foi realizado pelo site Random.org.
Viram? Deu certo. Obrigada aos que participaram.
Boa semana para todos. E amanhã é dia de crônica.
Silmara Franco
Sorteio!
27 ago 2010 33 Comentários
Queridos leitores
Vocês se lembram do miniconto O pão que o Diabo não amassou, postado neste blog em 2009?
Para quem não sabe, ele concorreu no 4º Concurso Literário de Minicontos e Haicais da Editora Guemanisse (RJ) e recebeu menção honrosa. Foi publicado este mês no livro “Das palavras”, reunindo os premiados e demais textos pré-selecionados no concurso. Ao todo, 92 autores fazem parte da coletânea.
Quer ganhar um?
É simples: faça um comentário neste post (não vale em outro). Não se esqueça de preencher seus dados com nome e endereço de email válido (seu email não será publicado). Serão sorteados três leitores. Os comentários devem ser postados de hoje até domingo, 29 de agosto, às 23h59. Na segunda-feira, dia 30, o resultado será publicado aqui no blog.
Ao comentar, não é necessário escrever nada especial. O sorteio será feito aleatoriamente pelo site Random.org. O primeiro comentário recebido será o número 1, o segundo será o número 2 e assim por diante. O horário em que o comentário é feito fica registrado no blog e todos podem ver. Caso seu comentário, acidentalmente, vá parar no spam, fique tranquilo: ele será resgatado e incluído.
Os três ganhadores serão contatados por email, e os livros serão enviados pelo Correio. Caso o ganhador não responda meu email até o dia 2 de setembro, será feito novo sorteio.
É a primeira vez que faço um sorteio no FDM. Estou torcendo para dar certo. Se não der, a gente conserta.
Um abraço grande, para caber todos vocês.
Silmara Franco
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PS: terça que vem tem crônica nova.
Oração na madrugada
20 ago 2010 11 Comentários
em Outras coisas Tags:Deus, oração, prece
Ilustração: Mankamundo/Flickr.com
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Senhor
Aparece, aqui e agora, na minha frente, e dize o que preciso saber, que ainda não sei ou havia entendido errado. Afasta de mim medo, raiva, tristeza e preguiça – as quatro coisas que paralisam, engordam e fazem cair o cabelo.
Mostra como todos meus sentimentos, atitudes e decisões, desde o dia em que nasci, poderiam ter sido mais simples e o quanto eles ainda podem sê-lo, se eu assim desejar. Mas sê objetivo. Nada de parábolas, pode dizer na lata. Fala devagar, no entanto. Estarei de papel e caneta a postos, anotando para não esquecer depois.
Faze, como de costume, a vossa vontade, assim na terra como no céu e agora também na web. Perdoa a prece a esta hora da madrugada e o pijama descosturado. Não me deixa cair na tentação das liquidações de inverno, mas livra-me das angústias, do sequestro relâmpago e do spam.
Amém.
O fio da antiga meada – II
26 mai 2010 6 Comentários
em Outras coisas, Poesias Tags:morte, nascimento, vida
Mais um da pasta vermelha, dando sequência à sessão retrô do blog. Este aqui eu escrevi quando tinha dezessete anos. O ano era 1984. Foi uma encomenda: minha irmã deu as três primeiras palavras, e pediu que eu escrevesse o resto. Ficou assim.
Foto: J.Mark Dodds/Flickr.com
Já era tarde e ninguém o escondia mais
Surgia da profunda dor o pavor, o calor, o senhor
Brusco alívio de amor
Enternecida, a mão que o afaga
Sorri que agrada; deseja, mas não fala
Alisa o pedaço de corpo que já se esquiva
Já não era dor, nem pavor
Era cor
Cor do corpo que transmite luz
Na doce dança que não mais traduz
A leveza do já partir
E a tristeza de mãe, de não poder ir
Fere. Estilhaça.
O pequeno corpo tão cheio de graça
Que ri sem graça, pois que graça ter?
Se ao nascer já parte
Não. Não há cores que a agrade
Parece assim, luz que ofusca, mas não arde
E reanima o pavor de todos nós
Pois que senão, já era tarde.
O fio da antiga meada
14 mai 2010 13 Comentários
em Outras coisas, Poesias Tags:adolescência, Deus, juventude
Hoje eu vou arriscar. Em vez de um texto recém-saído dos meus miolos, postarei este aqui. Eu o escrevi quando tinha dezesseis anos, para uma redação do colégio. Nem tem nome. Mas lembro do professor tê-lo lido em voz alta para a classe. Desde então, ele está guardado numa pasta vermelha de elástico (quase tão velha quanto ele), junto a muitos outros, registrados com caneta e máquina de escrever. Naquele tempo ‘pen’ era uma coisa e ‘drive’ era outra, e essas palavras ainda não andavam juntas.
Há meses ensaio mostrá-lo aqui, numa espécie de sessão retrô. Claro que, hoje, eu reescreveria algumas partes. Mas resolvi publicá-lo do jeitinho que foi escrito há vinte e sete anos, sem retoques. Certa de que os caros leitores darão um bom desconto para a adolescência ingênua que dele transborda. Pois é isso que eu, afinal de contas, era. Confesso: estou morrendo de medo. E com um pouquinho de vergonha. Lá vai.
Foto: John Ryan Brubaker/Flickr.com
“Quero um Deus que não saiba rezar, que morda a língua e envergonhe a família. Um Deus que não saiba ensinar e que não se preocupe em aprender.
Quero um Deus fantasiado de colombina, que traduza em sons toda a melancolia de viver.
Quero um Deus que morra antes de eu nascer, que é para eu não lembrar nem ter saudades dele.
Quero um Deus meu, que saiba fazer pizza e caipirinha.
Quero um Deus que precise tragar fumaça para se convencer que o mundo é uma tragédia, que se coloque num altar e, embriagado, diga que a vida é linda e que meus pais me amam.
Quero um Deus sujo, que seja pedreiro e que não ganhe nada. Quero mandá-lo embora e depois esperá-lo até que ele volte.
Quero um Deus lindo e fotógrafo, que não use flash e que xingue o juiz de futebol. Quero chorar por achar esse Deus tão lindo.
Quero um Deus morto, que não dê trabalho, e que morra sem dizer um pio, que é para não atormentar.
Quero um Deus triste e que tenha medo de avião.
Quero um Deus que me ouça dizer um palavrão e que ria, me chamando de criança.
Quero um Deus que cante desafinado e que não viva sem mim.
Quero um Deus que me dê chocolate aos sábados, e que goste de me ver de branco.
Quero um Deus gordo, que passe pasta de dente em queimadura.
Quero um Deus que saiba imitar gato e bem-te-vi. Que conte a história do boneco de pau que comeu a maçã envenenada.
Quero um Deus azul que limpe os óculos com a camisa, e que ande com os pés pra dentro, que é para eu rir.
Quero um Deus sozinho, que precise de mim e mande me chamar na escola. Que diga que vai morrer, só para me ver chorar.
Quero um Deus completamente pobre, que diga que é rico e que vai comprar a lua para mim.
Quero um Deus amigo dos ladrões e dos barbeiros, que saiba dirigir caminhão e que me ensine coisas da vida.
Quero um Deus mocinho, que é para eu ensiná-lo que o Papai Noel não mora no Pólo Norte, e sim na América do Sul.
Quero um dia de manhã ir acordar esse Deus com um pássaro ferido achado em nosso quintal, e ele me chamar de criança, fechar os olhos e dormir para sempre.”
Presente de aniversário
07 mai 2010 18 Comentários

Ontem eu merecia dormir cedo. Então, hoje não tem crônica.
Volto na segunda. Ligeiramente mais velha.
Coisa de segundos
02 abr 2010 10 Comentários
O livro Encontro das Artes, de Hermélio Silva e Renata Sunega, é um registro fotográfico dos monumentos históricos de Campinas, que conta também com textos de vários escritores da região.
É aí que eu entro: O segundo a mais, crônica postada neste blog em 2009, é um dos textos publicados nele. E o interessante é que o convite para participar dele não levou mais que alguns segundos.
O lançamento será no dia 9 de abril, às 19h, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, aqui em Campinas. Passa lá.

Nove e meio
01 mar 2010 17 Comentários
Foto: See-Ming Lee/Flickr.com
“O pão que o diabo não amassou”, miniconto postado neste blog no ano passado, recebeu menção honrosa no concurso literário da Guemanisse, editora carioca sangue-bom. Ele será publicado em um livro, ao lado dos minicontos premiados e dos demais que também receberam a menção.
Na escola, quando eu tirava nove e meio na prova, eu fazia duas coisas. A primeira: matutar no meio ponto que havia faltado. A segunda: contar para todo mundo. Afinal de contas, nove e meio é quase dez.
Ho ho ho
25 dez 2009 4 Comentários
em Outras coisas Tags:Natal
Cresci numa rua chamada Natal. Feliz.
Ilustração: A.K.M.Adam/Flickr.com
Seu Jorge
29 mai 2009 2 Comentários
em Outras coisas Tags:Mina do Condomínio, Seu Jorge
Afinal de contas: a ‘mina’ que o Seu Jorge fala mora no mesmo condomínio que ele, ou num condomínio do bairro onde ele mora? Oh dúvida.
(Seu Jorge – Gabriel Moura – Pretinho da Serrinha – Pierre Aderne)
“… Mina maneira do condomínio
Lá do bairro onde eu moro
… Minha gata, minha sina
Do meu condomínio”


























