O fio da antiga meada – IV

Mais um da pasta vermelha. Lá se vão vinte anos que eu escrevi isto. Quis brincar com os nomes de alguns municípios brasileiros, sem me importar com seus significados. Ficou assim: sem pé, nem cabeça. O bonequinho que desenhei ao lado, na época, concorda. Mesmo assim, publico aqui. É sexta-feira, vai.

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Quando os espíritos – que sempre se dizem santos – invadem os pinhais, algo pode estar ocorrendo, além do fato de uma paraibuna desvairada andar por aí malogrando os corações de tantos taquaritingas… Tratar-se-á, deveras, de uma pobre araçatuba queixando-se da falta de um jaraguá. E não há conselho que funcione, uma vez que não há na face da Terra paracatu que resista a uma fogosa maranguape, daquelas que atravessam a alma e descambam numa singela dracena. É o amor.

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